quinta-feira, 1 de abril de 2010

Eu o vinho e a Cris.

Desejos de luxúria se embriagam sobre a pele, e a voz bêbada e rouca treme com prazer indomável, mesmo que se revele o mais devasso pecado, e geme!
E num banco de praça qualquer me pego declamando não versos, mas suspiros que nem a dor, nem os espinhos hão de abafar como outrora fizera estando lúcido, e que esse momento não fosse único, e a ressaca de amanhã não há apague de minha memória...!

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